Sinto um aperto na garganta Procuro respirar, mas não consigo Você é ar que eu respiro E não estas aqui presente...
O amor que sinto por ti é tão intenso E isto me alucina e me deixa louca pois não podes somente a mim pertencer...
Ó vida cruel e amarga, que insisti em me torturar Porque não me deixas ser feliz, porque?
Eu que muito amei na vida e sempre fui desprezada Sempre sofri calada, esperando o momento de ser feliz E hoje quando pensei que tinha tudo nas mãos, Felicidade, vida, amor! Descubro que nada possuo, que nada me pertence.
Eu que o amo tanto, mas não posso tê-lo junto a mim! Ó estranha e cruel maldade Porque só a mim guardas as surpresas agonizantes da vida.
Se ao menos eu não tivesse um coração tão sensível no peito Que bate sofredor por causa deste amor Ó Deus como dói o sabor amargo da saudade E como são doces os minutos de felicidade...